Segurança digital é foco de investimentos de metade dos planos corporativos de 2022, diz estudo

 

A sétima edição do IT Snapshot, estudo anual feito pela Logicalis para acompanhar as tendências e prioridades da área de TI, aponta que a segurança da informação será o foco de investimento para 53% das organizações nos próximos 12 meses, seguida por adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) (51%), analytics e Big Data (37%) e migração de aplicação para a nuvem (22%).

O estudo revela que, apesar de 41% dos negócios terem o budget da área de TI afetado pela pandemia da covid-19 no ano passado, as perspectivas para 2021 são positivas. Mais da metade (55%) dos executivos esperam que o orçamento seja maior quando comparado ao planejado para 2020.

De acordo com a pesquisa, entre as tecnologias que permitem o trabalho remoto, as que mais cresceram em 2020 foram as soluções específicas de segurança relacionadas ao trabalho remoto, implementada emergencialmente por 25% dos entrevistados. Plataformas de videoconferência vem na sequência, com 22%, seguida por colaboração em nuvem (19%). A expectativa é que essas soluções continuem a apresentar crescimento, ainda que em ritmo mais lento.

 

Segurança como prioridade para os próximos meses

A LGPD, que a partir de agosto de 2021 permite que multas sejam aplicadas, fez o investimento em segurança da informação se tornar a prioridade das organizações. Para 71% dos entrevistados, as empresas devem ter a capacidade de garantir a total segurança e privacidade de seus dados, mesmo que isso venha de encontro com demandas por mais acessos a informações e agilidade nos processos de TI. Para se ter uma ideia, de como essa preocupação é crescente, em 2018, 49% priorizavam o controle em detrimento da maior liberdade no acesso aos dados.

Apenas 11% das empresas se disseram totalmente aderentes à nova lei. De acordo com o levantamento, 42% já contam com iniciativas concretas, plano desenhado e projetos dedicados à nova lei. As empresas destacam a adequação dos processos e sistemas para atender às novas regras como maior dificuldade de execução (24%).

Para as ações específicas de tecnologia, a principal iniciativa de LGPD em curso é o mapeamento do ciclo de vida dos dados (59%), seguida pela redefinição dos processos de tratamento dos dados que circulam pela empresa (51%). Na terceira posição está a adequação dos websites e portais (47%).

 

 

 

 

 

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